Calcinha Comestível Ai, Delícia

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Poderes

 

A calcinha comestível se propõe a causar excitação no parceiro. Ela é bonitinha, veste bem, tem fácil manuseio, é cheirosa, se amolda ao corpo com facilidade, além de ser comestível tal qual um chicletepor exemplo.


Desvantagens

 

A tanga é cheirosa e comestível, mas na verdade é impossível comê-la, pois lembra pasta de bolo de festa: a cara é boa, mas na hora de comer todo mundo deixa no prato. É de fácil manuseio, mas requer cuidado ao colocá-la, pois arrebenta facilmente.



Conclusão

 

Talvez essa não seja a melhor forma de esquentar uma relação, pois o produto é até bonitinho, mas chato de usar, enjoativo e não acrescenta em nada no quesito tesão.

 

Testando...

 

Para quem anda um tanto quanto desanimado e sem sugestões na vida amorosa, nada melhor para esquentar a relação e dar um upgrade na volúpia dos tempos de outrora do que apelar para acessórios eróticos capazes de levar o mais desanimado dos seres de volta ao campo dos prazeres terrenos. Quando o assunto é sexo, a imaginação deve vir em primeiro lugar. Nada de deixar os ânimos em temperatura morna! Por isso, abrir mão de certas coisinhas excitantes ou que pelo menos que inspire ter momentos mais quentes é fundamental, além de ser o melhor caminho para se chegar a um clímax e conseguir cenas tórridas cheias de tesão e romance!

 

Uh, la la!!!

 

A missão aqui, no entanto, era menos esquentar a relação e testar um produto que já é bastante conhecido no mercado erótico: a calcinha comestível, produto que promete se dissolver apenas com o calor e umidade do corpo. E, como tem sabores variados, basta colocar e comer.

 

Para o teste foram usadas duas calcinhas: uma no sabor uva, outra no sabor morango. Da primeira vez parece um tanto quanto fácil: é só abrir a caixinha de papel, tirar o produto do plástico, vestir e pronto! Chama o parceiro porque sem ele é impossível usar o produto - sim, este produto erótico deve ser usado a dois, no mínimo, porque sozinho ninguém consegue comer a dita cuja, se for o caso...

 

Mas a facilidade inicial era só aparência; a a prática mostrou ser necessária mais cautela, porque produto se rompe com facilidade; o cheirinho de uva agradou (lembra calda de sorvete); a calcinha roxinha é bem fofa, parece que a gente está embalada para presente, com uma borrachinha colada no corpo, porém... Eis que no início do esquenta a danadinha rasgou toda, sem cerimônia, e nem esperou pela prova! Como ela estava esticadinha no corpo, não aguentou a pressão, e aí não restou alternativa senão arrancá-la de uma vez e jogá-la de lado. Afinal, não queria nenhum tipo de obstáculo para dar sequência à nossa deliciosa empreitada, qual seja? Fazer um amorzinho bem gostoso!!!

 

Bem, como a proposta era experimentar um produto erótico e esgotar todas as possibilidades, então calmamente aguardei dois dias e aí retomamos nossa boa vontade para calcinha comestível de morango - sim, é necessário ter boa vontade, caso contrário a coisa não rola. Como achei que da primeira vez fiz tudo às pressas, da segunda resolvi ser mais cautelosa: tomei um banho, enxuguei bem o corpo, respirei fundo e, como se estivesse vestindo uma meia calça, coloquei a calcinha com bastante cuidado. Pronto de novo! Parceiro devidamente a postos, fomos direto para a experimentação. O parceiro gostou do sabor, tanto quanto da de uva, e achou interessante o visual a ser desvendado. Ele gostou de ver, mas ficar chupando e lambendo aquilo a vida toda até que se dissolva é bastante demorado e enjoativo. Tivemos então a ideia de ligarmos o chuveiro - quem sabe a água quente poderia dissolver o produto e assim nos veríamos livre novamente? Bingo! A gelatina se foi junto com a ducha. Aí sim pudemos finalmente continuar nossa aventura, agora sem impedimentos.

 

Resultado: a calcinha não agradou; pelo contrário, tornou-se um empecilho chato e enjoativo. Sobrou!!

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