Boneco Inflável Construction Man

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Variação de Preco:

R$149,90 a R$1110,00

Sexônico

"O Construtor"

Boca e ânus

1,55 m

Veias realísticas no pênis e ventosa para prendê-lo em superfícies lisas

17 cm x 3,5 cm

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Poderes

 

Um brinquedo inflável não fala, não magoa, não comete nenhum deslize que acabe partindo o seu coração. E ainda tem um pênis melhor do que muitos órgãos sexuais verdadeiros que andam balançando por aí.

 

 

Desvantagens

 

Ele não vai te levar para jantar, nem convidar para um cineminha. Porém, vai te garantir noites de prazer pleno, com a cuca fresca!

 

 

Conclusão

 

Solte seus fetiches, fantasias e desejos sexuais mais contidos, escolha seu modelo-gato e se jogue nesta aventura amorosa sem contra-indicação.

 

 

 

Testando...

 

Quem duvida que eu teste mesmo todos os produtos eróticos que os meninos do Sexônico mandam aqui pra casa está conjecturando à toa. Por mais espantada que eu fique, os testes devem ser cumpridos, e todos os textos escritos estão isentos de obrigações editorias com fabricantes, lojas e afins. Se o produto for bom, merece bons comentários; se for excelente, vai ganhar todos os meus elogios; mas se não causar efeito algum sobre minha libido, a crítica negativa deve ser divulgada.

 

Pois de todos os brinquedos que vieram parar em minhas mãos, nenhum me deixou mais descrente do que o boneco inflável. Seria mesmo possível “transar” com um homem de plástico? Para começar a contar como foi experimentar essa preciosidade do mundo erótico, preciso recapitular alguns “causos” verídicos.

 

Se quiser saber apenas o veredicto final sem ler minhas muitas palavras, já adianto: os bonecos infláveis são sim um capricho que toda mulher deve se dar ao luxo de ter!

 

 

 

Muito tempo atrás...

 

Quando comecei a ler sobre produtos eróticos e me aprofundar no assunto (isso há certo tempo, mais ou menos na época em que descobri o Sexônico), vivia falando para quem quisesse ouvir: meu "sonho de consumo" era ter um boneco inflável pendurado na porta do guarda-roupa. Isso seria muito prático e eficiente, e evitaria chateações... Era só abrir a porta, enroscar-me com meu modelo plastificado ga-tís-si-mo, e correr pro abraço!

 

Mas aí pesquisei preços, condições reais de manter relações com um homem artificial e achei que a ideia parecia ser meio bizarra (perdoem-me os adeptos do sexo com bonecas e bonecos infláveis, mas a verdade é que eu carregava mesmo alguns preconceitos em relação a esses itens do mercado). Porém, no meio do caminho apareceu a Mostra, a Valentina (não, eu não me apaixonei pela mulher mais perfeita deste mundo – mas tenho certeza de que nenhum ser humano que goste de mulher deixe de cair de amores pela Real Doll), a sessão de fotos com a bela e o espanto de ver os meninos boquiabertos diante da possibilidade de “comer” um ser inflável.

 

Se eles ficavam assim tão alvoroçados perante a peça de silicone e Cyberskin, por que eu não teria também esse poder?

 

 

A hora da verdade

 

Depois de ajudar a inflar tantos modelos de ar, pendurá-los delicadamente no espaço da exposição e trabalhar três dias seguidos rodeada por seres infláveis de plástico para construir a tão esperada Mostra Internacional de Bonecas Infláveis, fui para casa cansada, sonolenta, faminta e carregando embaixo do braço o gato que ia passar o final da noite de domingo comigo. Pois é, ontem - domingão - não foi dia de programas intelectuais ou besteirol na TV; nada de dormir um sono tranquilo logo cedo para enfrentar a semana de correria da exposição; nada disso!

 

Como certos micos só eu pago, logo na entrada do prédio deparei-me com o porteiro, é claro, e com um entregador de pizza. Com a caixa de papelão nos braços devidamente fechada para camuflar meu “Construtor” (este foi o modelo detalhadamente escolhido para passar a noite comigo), lá fui eu tocar o interfone. E eis que ao fechar o primeiro portão, a caixa escorregou, caiu e esparramou a outra embalagem com o boneco. Para meu azar o pênis de plástico saiu rolando pela calçada. Ficaram eu, o porteiro e o entregador olhando aquela cena patética. Naturalmente, como se nada estivesse acontecendo, eu recolhi pinto, homem de plástico e meus pertences, entrei no elevador e pensei: "OK, meu teste está tendo um bom começo". Pelo menos virou história pra contar para os netos, talvez...

 

 

Preliminares

 

Já em casa, matutando se abria mesmo a caixa e inflava no sopro meu exemplar masculino sem testosterona e a virilidade masculina típica, decidi ligar pro cearense (se você ainda não sabe quem ele é, conheça aqui o meu amor de Carnaval). Afinal, o “homem-espetáculo” do Ceará sabe dizer as coisas certas, na hora certa.

 

Dito e feito: ele estava triste porque o Ceará tinha perdido a partida do dia, mas feliz por ouvir a minha voz. Aí foi só deixar a imaginação rolar e ouvir os elogios e galanteios do meu pretendente nordestino.

 

Quase meia hora no telefone bastou para a lubrificação já começar a dar bons sinais. Afetada em todos os sentidos depois de tanto xaveco trocado à distância, fechei as persianas, desliguei o telefone, liguei uma musiquinha e desembalei “O Construtor”. A partir daquele momento já estava decidido: eu iria transar com um boneco inflável, e ia ser uma noite memorável, com direito a tudo que sempre quis fazer com um homem e nem sempre me senti encorajada, incluindo um striptease!

 

A primeira constatação dos meus bons momentos com o boneco é que nada é melhor para treinar um striptease daqueles do que exibi-lo para um cidadão que não dá palpite, não repara naquela celulite que cisma em aparecer, nem fica querendo interromper seu showzinho sensual.

 

Ali, com a música rolando, mil ideia na cabeça pra testar com o cearense, o boneco devidamente inflado, o fôlego recuperado, comecei a cerimônia de acasalamento artificial (bom, de artificial só tinha mesmo o boneco deitado no chão). Cheia de tesão pra dar, lá fui eu brincar com o boneco e seu pinto meio realístico de plástico (quando for à Mostra, repare que ele tem veias e um comprimento que não deixa nada a desejar).

 

Voou shorts prum lado, calcinha pro outro, e de costas pra cara feia do boneco, foi só alegria! O pênis tem tamanho e consistência perfeitos, apesar de ser de plástico. Além disso, o boneco não fica molenga enquanto você “cavalga” em cima dele (a posição escolhida para minha estreia no mundo dos produtos eróticos infláveis era bem parecida com O Par de Tenazes, clássico do Kama Sutra), seu pênis se encaixa perfeitamente no canal vaginal (aconselho a você usar um preservativo, mais higiênico – mas confesso que eu não tinha nenhum em mãos... -, assim como um bom lubrificante – modéstia a parte, isso não foi necessário nesta noite lendária).

 

Uma gozadinha de leve veio logo que comecei a me mexer sobre o pênis encaixado em mim. Então não teve jeito: cacei meu Rabbit pela casa, peguei as orelhinhas e usei o velho truque de masturbar-me no clitóris com essa parte do brinquedo erótico na potência máxima, enquanto o pinto de borracha do Construtor me penetrava delicadamente, sem pressa, nem afobação.

 

Placar final: 10 a 0 pro boneco em cima da minha ilusão de que ele não serviria para nada...

 

 

Orgasmos múltiplos

 

Foi exatamente quase isso que aconteceu. O calor interno estava incontrolável, o boneco e o Rabbit desempenharam seus papeis brilhantemente e eu estava toda feliz com mais um teste bem sucedido. Por fim, tive que começar a madrugada ligando para o cearense e agradecendo por ele saber despertar minha libido na medida certa. O resto é História!

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